O novo álbum da Marina and The Diamonds(sim, essa mesma que deixou de se apresentar no Lolla desse ano): FROOT.
O álbum possui uma sonoridade muito boa e ela é uma ótima compositora.
Ele possui musicas mescladas, tanto musicas felizes quanto tristes, mas de uma coisa eu posso garantir: a duplicidade de sentido nas musicas te deixará louco.
A primeira coisa: como assim Happy não é uma musica feliz? Ela fala sim sobre a felicidade, mas não de como ela é feliz, fala de como ela encontrou a felicidade, de como ela teve que passar por toda a tristeza para perceber que poderia ser feliz. Essa não é o tipo de musica que você escuta e sai por aí dançando loucamente.
"-I found what I'd been looking for in myself
Found a life worth living for someone else
Never thought that I could be, I could be
Happy, happy"
Segundamente: e tem como Blue ser mais feliz? Mais uma vez Marina nos mostra que a tristeza esta ali mas que ela quer ser feliz. Marina assim não tem como te defender. E é por isso que amo essas musicas.
"-Something good and true
I don't wanna feel blue anymore (blue)
I don't wanna feel blue anymore (blue)
Gimme, gimme"
O álbum inteiro passa por momentos assim, mas a minha favorita é I'm a ruin, ou então Solitarie, quem sabe Savages?!
"-I played with your heart
And I could treat you better
But I'm not that smart
You still mean everything to me
But I want to be free"
-I'm a ruin
"-Hard like a rock, cold like a stone
White like a diamond, black like coal
Cut like a jewel, yeah I repair
Myself when you're not there
Solitaire
Something you consider
Rare"
-Solitarie
"-I am not afraid of God
I am afraid of man
Is it running in our blood?
Is it running in our veins?
Is it running in our genes?
Is it in our Dna?
Humans aren't gonna behave as we think we always should
Yeah, we can bad as we can be good"
-Savages
O álbum termina de uma forma magnifica com Immortal, que eu particulamente amo. Principalmente pela forma como ela fala que todos queremos deixar nossas marcas, mas que no final todos morremos.
Não me importo com a morte ela pode vir, mas eu ainda quero deixar minha marca, mostrar que eu estive aqui, que vivi.

